Almoço convívio e jogos tradicionais com a turma PIEF no Castelo de Bragança
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
A Laurinha dos
perfumes
A Laurinha dos
perfumes,
Ontem, mostrou seus
queixumes,
Ela ficou a tremer,
Sem saber o que
fazer,
Ao ver as velas no
chão.
Linda tarde de bom
tempo,
Sem haver chuva nem
vento,
E sem o chão estar molhado,
Tremia-lhe o coração,
Ao ver as velas no
chão,
Sem ninguém lhe ter
tocado!
Levava à sua volta,
Espíritos brancos à
solta,
Espíritos que ninguém
via,
Quiseram-na
acompanhar,
Para ela acreditar,
Naquilo que
acontecia.
Está escrito no
testamento,
Que é grande o
firmamento,
Que de nós está
escondido!
Temos que acreditar,
Para podermos entrar,
Nesse reino
desconhecido.
Ferreira Augusto
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Para a senhora Dona
Tróica
Passeia por Portugal,
Uma senhora estrangeira,
Veio da Europa Central,
Não é casada nem solteira.
Trás carteiras de marca,
Revestidas com metal,
Com muito ouro e prata,
Levados de Portugal.
Vai aqui, vai acola,
Essa senhora matreira.
Só se vai embora de cá,
Quando encher a carteira.
Não é velha, nem é nova,
Mas já tem cabelos brancos.
Seu trabalho põe à prova,
A limpar os nossos bancos.
Que se vá lixar a Tróica,
Grita, alto a mocidade,
Que se vá lixar a Tróica,
Mais a sua austeridade.
Deste povo não tem dó,
É astuta no trabalho,
Vai limpando
o grosso pó,
Deixa apenas
o borralho.
Tem mestria
na limpeza,
Orgulho na
profissão.
Portugal está
na pobreza,
Sem euros,
ouro, nem pão.
“É ladra e
alcoviteira”,
Gama aqui e
rouba ali.
Ela é que
enche a carteira,
E deita culpas
ao FMI.
Que se vá
lixar a Tróica,
Grita o povo
Português,
Que se vá
lixar a Tróica,
Mais o
trabalho que ela fez.
Ferreira
Augusto
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