Participação do grupo Cantares de Antanho no encerramento das atividades do departamento de Educação do Pré-escolar 2015/2016 - Agrupamento de Escolas Emídio Garcia
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segunda-feira, 18 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
“O Buraco”
Está na moda,
abrir buracos,
Em lugares
escondidos!
Metem lá o
nosso dinheiro,
Os bancos
ficam falidos.
Em Portugal
há buracos,
Em Espanha
buracos há!
Quem não
quiser ver buracos,
Visite o
Panamá!
No Panamá
não se encontram,
Buracos
muito profundos!
Porque todos
estão tapados,
Com dinheiro
de todo o mundo!
No Panamá há
papéis,
Papéis de diversas
cores,
Papéis que
vão condenar,
Ministros e
directores!
Presidentes
e empresários,
Levados pela
cobiça!
Agora vão
prestar contas,
No tribunal
com a justiça!
Por esse
mundo além,
Existem
tantos corruptos!
Têm paraísos
fiscais,
De onde
retiram seus frutos!
Também temos
portugueses,
Que estão
fugindo às finanças,
Em paraísos
fiscais,
Colocam suas
poupanças!
Alguns
países estão pobres,
Ficam sem
seus capitais,
Porque seu
dinheiro escondem,
Nos paraísos
fiscais!
Em paraísos
fiscais,
Colocam
muitos milhões,
Nunca pensei
que houvesse,
No mundo
tantos “ladrões”!
Em paraísos
fiscais,
Colocam seu
capital,
Esquecendo
os que não têm,
Casa, nem
natal!
Ferreira Augusto
sexta-feira, 24 de junho de 2016
António
e Leonor
António que levou para a guerra,
Um pombo-correio encantador!
Para levar as notícias para a terra.
Á sua noiva e amada Leonor!
Na hora da partida, o juramento:
Jurou-lhe de ser dele até à morte,
Na hora de Deus e de tormento,
Jurando disse Deus te dê boa sorte!
Um dia estando ele muito disposto,
Beijando o retrato dela que entendia,
Quando lhe cai, aos pés o pombo morto,
Com um simples bilhete que dizia:
Ela: Quebrei meu juramento eu bem sei,
Mas tu não voltes mais à nossa terra,
Esquece-te de mim, que eu já casei!
Bem feliz sejas, tu ai na guerra.
António gargalhou palidamente,
Cheio de raiva e de dor,
Pôs ao peito, o fogo heroicamente,
Morreu a chamar por Leonor.
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